terça-feira, 6 de março de 2012

020 - Crianças e animais domésticos




Um animal desempenha um papel muito importante em casa e apresenta inúmeros aspectos positivos para uma criança e o seu crescimento.

Frequentemente as crianças preferem a companhia de um animal à de um banal brinquedo que, passado um breve momento de entusiasmo, é rapidamente posto a um canto e esquecido. O animal, pelo contrário, cresce juntamente com a criança, brinca com ela sempre de forma diferente, comunica e interage continuamente. Aprende também coisas novas e ensina outras.

Naturalmente não se pode pretender levar um animal para casa e depois desinteressar-se de tudo aquilo que acontece entre a criança e o novo inquilino. Pelo contrário, é necessário que estes sejam vigiados por um adulto: de facto, crianças e animais podem viver a sua relação de um modo turbulento; um cão ou um gato, quando se depara com entusiasmo exagerado, pode tornar-se agressivo.

Por este motivo é importante ensinar à criança algumas regras fundamentais, tendo em conta que os animais têm comportamentos instintivos em reacção a estímulos externos. Na prática, a criança não deverá puxar o pelo do cão nem as orelhas ou a cauda do gato. Devemos dar-lhes a entender que de este modo os animais sentem dor e o seu instinto pode levá-los a reagir arranhando ou mordendo.

Pelo mesmo motivo a criança não deve tocar ou aproximar-se do animal enquanto este se alimenta e o seu repouso deve ser respeitado. Se tomaram a decisão de acolher em casa um amigo de quatro patas, é necessário alguma organização e o respeito de algumas normas de higiene:
  • Escolham um animal dócil e não agressivo; 
  • Mantenham o animal com a vacinação actualizada e façam consultas regulares de modo a reduzir ao mínimo o risco de infecções ou manifestações alérgicas. 
  • Instruam-no rapidamente a não fazer a necessidades em casa; 
  • A sua cama deve ser confortável e estar sempre limpa. 


Matéria fornecida pela minha querida prima Lucy.
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